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“Farra a céu aberto” volta a levar Administração de Benguela à Investigação Criminal

“Farra a céu aberto” volta a levar Administração de Benguela à Investigação Criminal

Depois da prisão do antigo administrador, Carlos Guardado, à espera de julgamento, SIC segue outros rastos de corrupção num mercado com sinais de atropelos a normas de execução do OGE. Transacção de bens da Namíbia, África do Sul e RDC reflete dimensão do espaço. “Quarteto de luxo” interrogado no quadro de um processo ligado igualmente a negócios de terrenos.

Com o processo-crime relativo ao descaminho de quase 900 milhões de kwanzas a caminho para o tribunal, conforme a Procuradoria-Geral da República (PGR), o Serviço de Investigação Criminal volta a estar no encalço de “fortes indícios” de sumiço de recursos provenientes do maior mercado a céu aberto em Benguela, que levaram à Direcção Provincial, há duas semanas, quatro altos funcionários da Administração Municipal, no mais recente expediente rumo à descoberta da verdade material, soube o Novo Jornal.

“Há, realmente, problemas com dinheiros das praças e terrenos. A questão difícil de se entender é a legitimidade das cobranças e o fim dado aos valores cobrados a um povo que por si só já é sofredor”, comenta, boquiaberta, fonte familiar ao novo processo de peculato com raízes no Mercado 4 de Abril.